terça-feira, 8 de julho de 2014

Afinal, de quem é a culpa?

 Uns dizem que é do amor, outros, que é do câncer, mas a maioria ainda acha que essa tal culpa pertence às estrelas.
Antes de começar, queria pedir uma constelação de desculpas a vocês. Eu havia dito que a resenha de A Culpa seria a segunda, mas acabei emprestando o livro e só o recebi agora, não tem jeito de fazer um post sem fotos, né?

 Li A Culpa no comecinho do ano passado, antes do livro virar o grande clichê desta geração, eu escutava todos comentando e trocando ideias sobre o livro e pensava: "Nossa, deve ser ótimo!". E não deu outra! Que livro fantástico! O tio John conseguiu juntar drama, comédia e romance, tudo em uma só história, temperando com uma pitada de ironia. E agora, em forma de filme. Jà pensou? haha
 Pra quem não sabe, a história é sobre dois adolescentes com câncer, Hazel e Augustus (que você também pode chamar de Gus) e, eventualmente, o bom amigo do grupo de apoio, Isaac.


Hazel tem metástase nos pulmões, que às vezes a deixam na mão e apavoram todo mundo (eu sempre ficava sem ar nessas partes). Isaac tem um tipo de câncer nos olhos, um deles já foi substituído por um olho de vidro e as chances de ele perder totalmente a visão são grandes. E, por fim, Gus. Ele teve câncer em uma das pernas e teve de amputá-la na altura do joelho, passando a usar uma perna mecânica.
     Todo o enredo é repleto de ironias, paixões, choro, lágrimas, risos, lágrimas, risos, lágrimas e... Ufa! É de perder o fôlego!
Recentemente nosso queridinho virou filme, e que filme! O melhor de tudo é que ele é extremamente fiel ao livro.

Recomendo, vocês vão adorar!
Baci ♥ 
Bia.

O Fabuloso Destino De Amélie Poulain

Ultimamente assistir filmes tem se tornado algo ainda mais frequente pra mim, mas não queria ficar presa somente ao modelo de filmes Americanos e passei a procurar diferentes tipos de produção (quem tiver dicas de filmes legais, estou super aceitando hahaha). “O Fabuloso Destino de Amélie Poulan” é um filme francês de 2001 e já, no começo, dá pra ter uma noção de como o filme possui um toque de “magia” e humor.

Créditos: Divulgação.


A história gira em torno de Amélie que, desde pequena, não tinha relação com outras crianças e vivia uma estranha convivência com seus pais. Já crescida, Amélie decide sair de casa e se tornar garçonete no café “Les 2 Moulins”.
Em um certo dia, quando Amélie estava em seu apartamento, um ladrilho do banheiro cai e ela descobre um “tesouro” escondido ali. Uma pequena caixinha com vários objetos pertencentes a infância de alguém e ela torna como objetivo descobrir a identidade do homem e entregar a caixa ao dono. Durante essa busca, Amélie ganha gosto por ajudar as pessoas e passa a fazer isso várias vezes com diferentes pessoas. Com isso, Amélie conhece um morador de seu prédio: Joseph, um pintor conhecido por “O Homem de Vidro” que a ajuda a encontrar a pessoa por quem ela procura.
Com o passar do tempo, Amélie acaba se apaixonando a primeira vista por um homem chamado Nino Quincampoix que, por sorte, é quase tão “estranho” quanto ela: Guarda e coleciona fotos instantâneas de pessoas aleatórias e busca um homem misterioso que sempre deixa sua foto perdida nas máquinas. Por conta de sua timidez, Amélie começa a deixar pistas para que Nino descubra sua identidade, fazendo diferentes jogos.

O filme em geral é muito sensível e facilmente nos mostra diferentes percepções do mundo, com detalhes incríveis e o prazer nas menores coisas. Constantemente, quando se vai apresentar algum personagem, é contado detalhes interessantes sobre ele e que, na maioria, descartamos. Eu realmente amei cada coisinha no filme, desde a fotografia até a trilha sonora!

 

Espero que gostem! Beijos, Tissa.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A menina que roubava livros

Quando li “A menina que roubava livros” do Markus Zusak não consegui não me apaixonar pelo livro e agora ele ressurge em forma de filme! Uaah!

Créditos: Divulgação.

Confesso que são raros os filmes que eu realmente gosto depois de ler o livro, a história muda, os personagens não são como imaginamos... Mas "A Menina que roubava livros" realmente me surpreendeu.
Pra quem não conhece a história, ela passa na Segunda Guerra Mundial e gira em torno de Liesel Meminger, uma menina que foi enviada á uma pequena cidade Alemã junto com seu irmão mais novo depois que sua mãe comunista foi morta. Os Huberman resolveram adotá-los em troca de dinheiro. No trajeto, Werner, o irmão de Liesel, morre e é enterrado no caminho por um coveiro que acidentalmente deixa cair um livrinho preto. Liesel o encontra, e é aí que a pequena ladra consegue o primeiro de muitos outros livros. Mas uma menina que rouba livros não podia simplesmente parar em uma família alemã normal, não é? O novo pai de Liesel, Hans Huberman, além de ensinar Liesel a ler tinha uma promessa que precisava cumprir: proteger um judeu.

Com toda certeza, o que mais chama atenção no livro é a narração. Markus Zusak colocou a morte para narrar a história. Não, sério, não pense que o livro é “macabro” ou coisa assim, a morte conta no livro os momentos em que se “encontrou” com Liesel, afinal, uma história que se passa em uma guerra não podia ter narradora melhor.

O filme continua com a mesma narração e seguiu com fidelidade a descrição de cenários e também de muitos personagens. De verdade, eles capricharam!

E como não pode faltar, mas um vídeo no final! Hahaha


Beijos, Tissa!